terça-feira, 14 de maio de 2013

Pé ante pé!

Sinto-me cansada mas satisfeita. Os dias voam e mal dou por eles. Não tenho feito nada mas ao mesmo tempo tenho feito muito. Pequenos detalhes fazem toda a diferença, nunca se esqueçam disto. Eu sei que quando estamos mais em baixo nunca ligamos a isto, é difícil olhar para as pequenas coisas e dar-lhes a sua devida importância. Mas são essas pequenas coisas que engrandecem a nossa alma, o nosso espírito, o nosso pensamento e o nosso coração. Passos pequenos mas firmes, isso sim é fundamental. E depois continuar assim..

Boa Viagem!

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Uma coisinha de nada.

Hoje fique surpreendida comigo própria: consegui manter a calma quando menos esperava e consegui ficar completamente irritada quando, também, menos esperava (ultimamente, por norma não ficaria, o que significa que ando a permitir-me sentir). Gostei disso. Apercebi-me que sou mais forte do que penso, que sou capaz de lidar com qualquer tipo de situação e que sou perfeitamente capaz de mostrar o meu ponto de vista de forma assertiva (embora irritada).

Não são precisas grandes situações para nos apercebermos que somos fortes e que sabemos manter a calma, bastam pequenas alterações na nossa rotina para que isso aconteça. Quem lida com o inesperado de forma calma consegue lidar com as situações mais difíceis da mesma forma (assim espero). Importa pensar em soluções e saber agir.
Gostei mesmo da forma como lidei com a situação hoje. São pequenos passos que nos tornam mais fortes e são as coisas insignificantes a que, normalmente, não damos valor que nos mostram mais de nós do que podemos imaginar. Só temos que estar atentos e saber valorizá-las para nos sentirmos mais fortes.

Boa Viagem!

terça-feira, 30 de abril de 2013

Medos!

Acho que me falta coragem.. Coragem para me entregar mais, para me dar mais e estar disposta a receber de braços abertos tudo o que possa vir dessa coragem de me entregar. Tenho medo, por isso não me entrego mais. Neste aspecto, sou egoísta e tenho medo de sofrer. Porque já sofri quando me entreguei.
Tudo passa por dar e receber. Não vou mentir, também gosto de receber (quem não gosta?). Nenhuma relação resiste se for só um a dar. Não tenho nada de grande para dar. Mas dou o que tenho e que para mim é muito precioso, porque conquistei, porque aprendi, porque vivi. Não consigo confiar plenamente nos outros, não me consigo entregar a cem por cento aos outros porque tenho medo, medo de sofrer.
Tenho medo de gostar muito, demasiado. E se eu der tanto de mim, se eu confiar plenamente e depois não receber nem uma palavra de carinho em troca? Dói, e eu não peço muito, só algum carinho, uma palavra amiga e que me respeitem.

(Fonte: Google Imagens)

Tenho amigos, tenho pessoas que eu amo mais que tudo e que não me imagino sem elas. Pessoas em quem eu sei que posso confiar e que se acontecer alguma coisa lidamos com isso e fica tudo bem. São pessoas que eu conheço há muitos anos, que me têm acompanhado ao longo da minha caminhada. São poucas mas valem muito. Tenho medo de as perder, de sofrer porque as perdi. Queria ter mais coragem para enfrentar este medo, mais coragem para deixar fluir e aproveitar ao máximo, mais coragem para me entregar sem medos, sem desconfianças, sem inseguranças.
Não acho que este medo seja irracional pois quem ama tem medo de perder o que ama ou estarei errada? Também não acho que seja insegurança pois sinto-me bastante segura em relação ao que tenho e ao que sinto, ao que dou e recebo. Talvez seja, apenas, um medo que me mostra que não é de todo errado ser egoísta. Ninguém gosta de sofrer e eu não sou excepção. Também é um medo que me faz batalhar para preservar quem amo.
Só queria ter mais coragem. Não sei se serei capaz de me entregar mais do que estou disposta a quem vier mas não custa nada tentar (ou será que custa??).
E por aí, existe algum medo?

Boa Viagem!

segunda-feira, 29 de abril de 2013

"Vassoura"!

Contaram-me a seguinte história que me tem feito reflectir muito:

Um senhor, na casa dos sessenta anos, ficou sem emprego. Toda a sua vida trabalhou. Não estava nada satisfeito com a vida que tinha depois de perder o trabalho, dizia que os programas de televisão o deprimia, que ir até ao jardim jogar às cartas e conversar não o animava, nada do que fazia o deixava satisfeito. Estava a entrar numa depressão muito profunda quando resolveu procurar a ajuda de um profissional de saúde. Ao recordar os seus tempos de juventude, lembrou-se que tinha um sonho: ser varredor de rua. Com a sua idade, quase na reforma, ninguém lhe dava trabalho nessa área e ele continuava sem encontrar motivação para viver. Até que a dada altura, ao varrer o seu prédio, começou a sentir-se melhor. Resolveu começar a varrer, também, a sua rua e acabou a varrer o seu quarteirão. Era este o seu sonho! Era agarrar na sua vassoura e varrer a rua que o deixava feliz, que o fazia sentir-se bem. As pessoas não compreendiam como varrer a rua o deixava tão feliz, tão em paz com ele próprio. A verdade é que o senhor saiu da depressão graças a ter seguido o seu sonho, graças a ter descoberto o que o fazia sentir-se tão bem nesta vida (podia não coincidir com o seu sonho): varrer ruas!

(Fonte: Google Imagens)


Eu consigo compreender este senhor, ele descobriu o que gostava e o que o fazia sentir-se bem. Eu queria encontrar a minha "vassoura", aquilo que me falta para estar completa, para estar totalmente bem comigo própria e sintonizada com o universo. Ainda sou nova e tenho uma vida toda pela frente para descobrir. Sinto que a minha "vassoura" está em algum lugar à espera que eu a encontre (com a sorte que eu não tenho, infelizmente, a minha "vassoura" não é voadora e não vem ter comigo). Talvez esteja perto, talvez esteja longe, talvez, ainda, não exista. Acho que quando "a" encontrar vou saber. Entretanto vou procurando, sem fazer disso uma loucura, vou procurar de forma sadia, que me permita crescer e conhecer-me melhor. Vou conseguir, vou encontrar a minha "vassoura" algum dia.
E por aí, já encontraram as vossas "vassouras"? Como foi?

Boa Viagem!

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Nada às vezes é tão bom!

Hoje não fiz absolutamente nada..descansei e pouco mais. Soube-me bem e não estou nada preocupada com o pequeno sentimento de culpa que reside na minha consciência, trato dele amanhã..
Há dias assim, em que sabe bem nada fazer...

Boa Viagem!

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Quando o pouco se torna muito..

Para hoje tinha apenas um objectivo: um simples objectivo mas que por ser muito chato não sabia sequer se tinha coragem de o fazer (apesar de ter mesmo que ser feito). Pois não é que o fiz e que ainda fiz outro que tinha pensado fazer no dia seguinte?? Soube tão bem e, apesar de ter ficado super cansada, fiquei mesmo muito satisfeita.
Acho que descobri algo que me pode ajudar e facilitar bem o dia-a-dia: delinear apenas um objectivo, simples e bem possível de se concretizar e depois se conseguir fazer mais melhor ainda. Enche-nos o ego e o espírito. Na maioria das vezes, quando esperamos muito e acontece pouco, ficamos tristes e abatidos e com a sensação de que não fizémos nada. Mas, quando acontece o contrário, ou seja, quando esperamos pouco e acontece muito, ficamos super felizes e surpreendidos porque não estávamos nada à espera. É tão simples. Mas isto significa que temos que deixar de sonhar e de termos grandes expectativas? Claro que não, nem pensar. Acho que apenas devemos delinear objectivos mais simples para conseguirmos alcançar o nosso grande objectivo. "Grau a grão enche a galinha o papo" e acredito piamente nisto.
Tudo isto para dizer que estou mesmo satisfeita comigo, fiz mais do que aquilo que tinha pensado fazer, que bem que sabe..

Boa Viagem!

terça-feira, 23 de abril de 2013

Por vezes, basta só dizer Obrigada..

Agora que tenho o meu homem ao meu lado e que sei que nunca mais nos iremos separar por tanto tempo e que ele não irá para mais nenhum sítio muito longe sem mim, estou bem. Bem de amores, sinto-me a mulher mais amada deste mundo e sinto uma enorme felicidade quando estou ao seu lado. Amo-o tanto, tanto que nem sei como cabe tanto amor no meu coração.. Contudo, acho que me falta algo, algo para que possa dizer que estou completamente bem. Eu sei, tenho uma família e amigos fantásticos mas sinto a falta de algo. Talvez a realização profissional - o ter um trabalho "real" que me preencha. Sei que melhores dias virão e, apesar de estar já há muito tempo sem trabalho "real", não desisto e não perco a esperança de tudo se vir a compor. Depende muito de mim, eu sei, acho que já estive mais longe..
Apesar deste pequeno vazio que sinto, agradeço muito a Deus, ao Universo e à Vida, por ser uma mulher com tantas coisas boas presentes na minha vida. Sou tão feliz..Muito Obrigada por tudo e só peço forças para não desistir e para dar o passo seguinte, sem medos.. Um passo de cada vez..

Boa Viagem!